Preço do feijão chega a 9,60 e vira motivo de piada nas redes sociais

Preço do feijão chega a 9,60 e vira motivo de piada nas redes sociais
junho 13 01:03 2016

Feijao

Quem acompanha grupos de WhatsApp já deve ter recebido um áudio com um senhor relatando uma história de que a casa dele foi invadida.

No entanto, o maior “susto” foi que os ladrões deixaram a televisão e os computadores, e levaram… sacos de feijão.

A piada faz sentido. Segundo pesquisa do Departamento Intersindical de Estatística e Estudo Socieconômico (Dieese), a tendência é de alta no produto. Entre janeiro e maio deste ano, o reajuste no preço do feijão bateu 46%.

Nas redes sociais, o preço do feijão virou piada, considerado artigo de luxo e ostentação. Veja alguns memes:feijao2

A alta dos preços tem prejudi
cado a parceria entre 2 produtos importantes da mesa do brasileiro. Hoje em dia, ter no prato feijão e arroz virou praticamente um luxo. O quilo do feijão em algumas cidades do estado já está sendo vendido a R$ 9,60.

Segundo pesqui
sa divulgada ontem pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudo Socieconômico (Dieese) a tendência é de alta desses 2 produtos também nas feiras e supermercados da cidade. Entre janeiro e maio deste ano, o reajuste no preço do feijão bateu 46%. Do arroz foi de cerca de 10%. A inflação do mesmo período, porém, ficou em 4,60%.

O custo de vida dos paraenses continua entre os mais altos do País. A cesta básica custou, no mês passado, R$ 402,97, IMG-20160611-WA0000comprometendo na sua aquisição quase a metade do salario mínimo de R$ 880. A importação de alimentos de outros estados, associada a sazonalidade, contribuíram para estes reajustes, segundo o Dieese.

MAIS REAJUSTES:

Somente nos primeiros 5 meses deste ano a cesta básica dos paraenses, composta de 12 produtos, teve uma alta de preço de 14,50%. “A tendência para este mês de junho ainda é de alta na maioria dos
produtos da cesta básica, inclusive do feijão e do arroz”, conclui o estudo, assinado pelo economista e supervisor técnico do Dieese, Roberto Sena.

PREÇOS:

– O vilão da alta nos preços da cesta básica foi justamente a dupla imagearroz e feijão.

– Segundo o Dieese, os reajustes no quilo do feijão ocorrem desde o 2º semestre do ano passado. Em dezembro de 2015, foi comercializado, em média, nas feiras livres e supermercados de Belém, a R$ 4,46. Em janeiro deste ano, já estava custando, em média, R$ 5,37. Em seguida, saltou para R$ 5,97, como em maio.

– A previsão de consumo mensal do feijão por pessoa no Pará é de 4,5 Kg.

– Esse gasto atingiu R$ 29,30 com um impacto no salário mínimo de 3,62%.

ARROZ

– O quilo do arroz, em janeiro deste ano, custava R$ 2,41. No mês passado, era encontrado, em média, a R$ 2,61.

– Considerando o consumo mensal de 3,6 kg por pessoa, o trabalhador paraense gastou R$ 9,40 com o produ

fonte: (DOL)

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